Wednesday, January 27, 2016

"Sr. Abdullah Kurdi, não nos conhecemos e, certamente, esta carta nunca chegará a suas mãos. Temos um oceano, a língua e os costumes entre nós. No entanto, naquele dia, quando vi seu filho, de apenas três anos, morto à beira do mar Egeu, na praia da Turquia, me senti profundamente próxima ao senhor. Sua dor tornou-se a dor de muitos. Depois, fiquei sabendo que, além do pequeno Aylan, também morreram sua esposa e outro filho. E a terra europeia, sonhada para ser lugar da semeadura e colheita de vidas felizes, tornou-se o cemitério do seu filho, símbolo da luta dos imigrantes na contemporaneidade. E o mar, caminho que os levaria a esta nova vida, é, agora, o necrotério da outra parte de sua família. (...)" Carta ao Sr. Abdullah Kurdi, pai do pequeno Aylan, por Berenice Bento. Leia em http://ht.ly/XAZ1S #aylankurdi #direitoshumanos #berenicebento


"Sr. Abdullah Kurdi, não nos conhecemos e, certamente, esta carta nunca chegará a suas mãos. Temos um oceano, a língua e os costumes entre nós. No entanto, naquele dia, quando vi seu filho, de apenas três anos, morto à beira do mar Egeu, na praia da Turquia, me senti profundamente próxima ao senhor. Sua dor tornou-se a dor de muitos. Depois, fiquei sabendo que, além do pequeno Aylan, também morreram sua esposa e outro filho. E a terra europeia, sonhada para ser lugar da semeadura e colheita de vidas felizes, tornou-se o cemitério do seu filho, símbolo da luta dos imigrantes na contemporaneidade. E o mar, caminho que os levaria a esta nova vida, é, agora, o necrotério da outra parte de sua família. (...)" Carta ao Sr. Abdullah Kurdi, pai do pequeno Aylan, por Berenice Bento. Leia em http://ht.ly/XAZ1S #direitoshumanos #berenicebento

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